terça-feira, 18 de março de 2014

Representantes do povo e as manifestações, diárias

Eu escrevi esse texto na semana das manifestações em 2013 e nunca publiquei. Decidir fazer isso agora. Aproveito para ressaltar as manifestações que estão estourando essa semana: pela morte da Cacau, por direitos básicos, como transporte, segurança e saúde, sem contar as manifestações por moradia e saneamento básico. Todas elas podem não significar nada, caso as manifestações sejam o objetivo, o "fim em si mesmo".
É preciso gerar uma mudança pessoal, para que a sociedade seja beneficiada.
Segue o texto:

O povo nas ruas_ O gigante acordou
Imagem: www.facebook.com/quercafe

Os políticos são, ou deveriam ser em sua totalidade, representantes do povo. Se, antes, até pouco tempo atrás, eles não representavam a maioria, realizando desejos de minorias com bolso cheio de dinheiro, hoje, atualmente, isso pode mudar. Vários manifestantes, pelo país afora, estão se organizando em prol de direitos básicos! Infelizmente, pequenas parcelas, como venho repetindo, estão desvirtuando os propósitos das manifestações e partindo para vandalismo e depredações.
Isso também tende a mudar. (#tomara).

Entre as manifestações recorrentes, a realizada na noite do dia 17 de junho de 2013 entrou para a história, quando candangos subiram a rampa do Congresso Nacional e outros manifestantes ocuparam várias capitais do país. Mas será que isso foi o suficiente? 
Talvez o próximo passo seja coibir vândalos e criminosos e conhecer mais sobre as estruturas políticas do país, bem como as seções e espaços públicos nas câmaras, conhecidas como "casa do povo", embora esteja ocupada por militantes, apenas.

Que tal conhecer um pouco mais o Congresso Nacional, por dentro? Visitá-lo, por exemplo, e participar de momentos importantes de votações?
Nos daremos como vencedores por apenas subir uma rampa ou quebrar alguns espaços públicos?

A luta contra a corrupção apenas começou e, acredite, nunca é tarde para mudar. Isso inclui a mudança de posicionamento pessoal em relação às responsabilidades como um "cidadão de direito".

www.camara.leg.br
www.senado.gov.br


Everton Lagares
Identifique seu verdadeiro Senhor, reconheça e obedeça o sacrifício. (SELAH)



sábado, 15 de março de 2014

Formando líderes - Padre Fábio de Melo

     Acabei de participar da palestra-show do Padre Fábio de Melo, em Brasília, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, com o tema: "Construindo Líderes, atingindo resultados". No convite, entregue à funcionários e servidores públicos, estava escrito a frase: "Não aprendemos a humildade quando somos humilhados. Nós a aprendemos quando somos vitoriosos", do próprio padre. A expectativa era alta, pois o nome dele já se faz conhecido, sem contar os vídeos que vi recentemente. Mas nada poderia simular o resultado gerado pela palestra proferida nessa noite.
        Teve música, frases, ensinamento, perguntas e respostas. A sensação final é de inspiração. O "cara" é bom, mas ele não chegou lá sem querer. Através de muito estudo, dedicação e negar ego, arrogância e prepotência, de acordo com sua própria fala, ele pôde chegar aos seus 40 e tantos anos, onde está. 
        Posso até mudar de opinião, mas até hoje ainda não vi nada que desabone seu discurso. Sem contar que ele é simples e gera paz e alegria ao falar. Gostei bastante. Acredito que isso acaba fluindo à sua equipe, pois o próprio Padre contou o caso do tecladista que o acompanha, em que viu seu pai lutar contra um câncer e "nunca deixou com que o câncer subisse aos palcos, durante todo aquele ano, porém nunca abandonou o sorriso e a felicidade", palavras do próprio padre. 
      Alegria, conteúdo e inspiração. Resume.

Foram mais de 200 minutos com a presença do padre, para milhares de pessoas (auditório lotado). Veja um resumo, em frases, do que ele falou:

- A primeira oração que aprendemos na vida não é espiritual.
- Chega um momento na vida, que eu não sei quando é, que chamamos de maturidade.
- É preciso ser feliz, mesmo nessa vida tão cruel.
- Sabe o que me surpreende? Ver pessoas tão ricas vivendo em um pobreza incrível! E pessoas extremamente pobres que, mesmo assim, encontram um motivo para sorrir.
- Nossa geração perdeu a capacidade de esperar e a concepção de tempo foi brutalmente alterada nos últimos anos.
- Estou envolvido em tecnologias, mas tenho um coração é rudimentar como uma roda-d'água
- Nosso discurso não pode ser brando, pois qualquer que queira ser sério não pode desqualificar a crueldade humana.
- A poesia já diz que: Ser Humano, dói. E a primeira coisa que ganhamos em vida é um tapa!
- Quando choramos, começamos a viver.
- Acredite, a estabilidade não é um ponto de chegada.
- Mesmice mata. 
- Não sei se existe alguma coisa pior que ver um ser humano se sentindo superior ao semelhante. Isso nos afasta de Deus.
- O pior ser humano é aquele que se fantasia de bom. Pois, aquele que é mal, pode se tornar melhor.
- Todos os dias eu declaro: Eu não quero a estabilidade, ainda tenho muito a aprender.
- A pessoa feliz aprendeu a ser líder de si mesma. 
- Ao final da vida, ou do dia mesmo, precisamos nos perguntar: Será que valeu a pena? 
- Devemos nos lembrar que somos nossos próprios juízes!
- A superficialidade tem gerado problemas que ainda não conhecemos, mas já sofremos por ela.
- Todas as relações afetivas devem evoluir à fraternidade. Caso contrário a relação será apenas possessiva. 

      O Padre ainda cantou "Paciência", de Lenine, Asa Branca e Eu só quero um Xodó, do véi Lua, e uma do Roberto Carlos, que não me lembro. Sem contar as músicas dele e o samba: "viver, e não ter a vergonha de ser feliz".. Por fim, ele disse que havia preparado "Beijinho no ombro", mas que não ia dar tempo de cantar. Uma graça. 


Que tal ver umas fotos?

Tema: Construindo líderes

Tema: Construindo líderes

Tema: Construindo líderes

 Tema: Construindo líderes
Fotos: Everton Lagares



Até a próxima.


Everton Lagares

Identifique seu verdadeiro Senhor, reconheça e obedeça o sacrifício. (SELAH)

quarta-feira, 12 de março de 2014

Profissão x voluntariado

      Com a revolução francesa e as multifaces apresentadas pelas empresas fizeram com que as pessoas se acostumassem a dizer que o serviço bem feito era "profissional". Mas sabemos que isso não é bem verdade. As ouvidorias estão aí para dizer o nível de atendimento das empresas.

 

      Além do serviço profissional,  que possui o sentido de profissão, também existem os serviços voluntários, e outras que sempre existem por aí. Uma definição pode ser contrária a outra. Quer um exemplo? Você pode ser um excelente voluntário e um péssimo profissional. Ou vice-versa, sei lá. 
      Para piorar a situação: vejo pessoas dizendo que prestam serviços voluntários de forma profissional. Bem. Neste momento percebo que pessoas assim não entenderam nada do conceito social de um trabalho bem realizado, pois profissional é a atividade da profissão e voluntariado aquilo feito de bom grado. Se for de graça e por obrigação o nome é "prestação de serviço comunitário". Acontece em sentenças mais rígidas da justiça, seja a profissional ou a materna.
     Finalizando essa ladainha: se alguém se propõe a fazer algo, de forma voluntária, que seja o melhor que ela pode fazer, reconhecendo suas limitações e lutando contra elas. Fazer coisa porca já basta na profissão, quando te obrigam a fazer algo que você detesta. A propósito, o que faz um ótimo profissional é realizar bem as atividades que ele detesta. 

Segredos de boa convivência trabalhista, profissional ou voluntária:
     Faça de bom grado o que você se propõe a fazer; Isso te deixa nobre :) 
     Não cobre "profissionalismo" de um voluntário, incentive a entrega do melhor;
        


Everton Lagares
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sexta-feira, 7 de março de 2014

Filmes: 300 - Ascensão do império



Direção: Noam Murro
2014
102 minutos

Decepção. 
Essa é a palavra que consigo escrever agora, após esperar tanto tempo para o que seria a "continuação" do filme que revolucionou os chutes para buracos por aí. "This is Sparta" é uma frase que ficará para sempre na minha cabeça, acompanhado com a imagem do empurrão com a sola do pé. Enfim. Isso ficou no passado. Certo? Não. O filme "A ascensão do império" passa, literalmente, quase que o tempo todo falando do primeiro filme. Sem contar que o segundo filme acaba sem nem sequer ter chegado ao final do primeiro. Ou seja, a última cena do 'Ascensão' é a batalha que matou os espartanos, dias depois, vista pelo mar. 
     Fãs de frases de efeito e brigas heroicas: é melhor assistir o primeiro longa outra vez.
    No quesito história é o seguinte: é a batalha contra o império de Xerxes a partir da visão do povo de Atenas, que vai pelo mar, enquanto os espartanos liderados dor Leônidas (isso mesmo, a história do 1º filme) vai por terra. O 2º longa tem uma cena de sexo, também. Porém, no 1º a cena é triunfal, em câmera lenta e envolve amor. Ainda me arrepio de lembrar as batidas e as cenas aproximadas. No 2º parece mais uma briga entre a amiguinha do Xerxes, Artemísia, (linda e sexy, grega abusada e criada pelo povo do rei Dáryo) e Temístocles, o guerreiro de Atenas que passa o filme tentando unificar a Grécia para lutar contra Xerxes, que, por sua vez, é filho do Rei Daryo, morto pelo guerreiro em uma batalha 10 anos atrás. 
   No quesito sangue, tem muito, porém nada triunfal, como no primeiro longa. Apenas confrontos. Nada heroico.  Sem contar que não tem império em ascensão. Pelo contrário. Grécia está destruída e Xerxes, embora mais fraco ainda tá com exército cabuloso. 
  O filme acaba sem sentido e, pelo menos na sala em que eu estava, ninguém se levantou até que os créditos subissem e as luzes fossem acesas, pois ninguém acreditava naquele final patético :\
   Xerxes sai vivo. Isso indica que haverá outro filme para uma batalha final. Isso, sem contar que a ultima cena do primeiro filme ainda  nem foi usada na versão dos atenienses. Enfim. Não vale o que vende.
   O Rodrigo Santoro fala bastante e ainda tá vivo. Se deu bem. Vai ficar famoso.
   1 estrela - pelo som do filme e pela sensualidade da guerreira :) 

Everton Lagares
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Filmes: Robocop



O Robocop é o filme do "jornalista do futuro". 

    To pra ver alguém gostar mais de jornalistas que os roteiristas americanos. Ou seja, o jornalista do filme ganhou muito espaço num roteiro que era pra ter muita porrada e emoção familiar... 
    Em resumo (pois tem gente reclamando dos meus comentários sobre filmes rsss) o Policial Robô tem uma carga emotiva maior que a franquia da década de 80//90 e fala mais sobre o "humanismo" do Alex Murphy, o que deixa uma gota de suor hétero pronta para escorrer na cara  Mas essa sensação é quebrada com a própria frieza e rapidez que o roteiro foi filmado. 
     A atriz é boa, mais que literalmente, o filhote é apático, o Dr arrebenta, o CEO é razoável e seus assistentes são piores que os do "agora é tarde" no tempo do Danilo Gentile. Porém, o filme é bom, bem filmado e montado. Mas creio que os brasileiros esperaram muito para que o filme saísse para ver o Padilha em "ação" e, claro, relembrar a franquia antiga.
     De qualquer forma, a trama conduz à reflexão contrária ao trazida no filme brasileiro dirigido pelo Padilha, o BOPE, em que os policiais são instruídos a "deixar o sentimento" para se tornarem "máquinas de matar". Enquanto isso Murphy é criado para aproximar o sentimento humano à maquina de destruição. Bem, nesse quesito: tiros, mortes, sangue ou óleo esparramado por aí, bem, poderia ter mais. O filme é curto para o que esperávamos. Mostra puco para o que se propõe. É rápido e superficial.
3 estrelas. 


***O melhor da noite aconteceu enquanto eu lia um livro, esperando o filme começar. Ao meu lado, sentou um casal. O garoto estilo ostentação e a garota tipo baba baby, ambos com, no máximo 19 anos. De repente: O garoto coloca a mão no rosto e começa a chorar. Ela continua apática durante uns 10 minutos. Ela sussurra. Ele a abraça. Eles se beijam; por uns 15 minutos. Se levantam; se vão. Ah, o amorr :) 



Everton Lagares
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quinta-feira, 6 de março de 2014

Filmes: A menina que roubava livros (indicação)

A menina que roubava livros
131 minutos
Direção: Brian Percival 


    Alguns comentários (mas como algumas pessoas reclamaram que eu estava contando os filmes, então serão apenas alguns comentários mesmo rssss)  :

- O filme foi muito bem montado! Se teve algum problema de continuidade eu não percebi. Cada detalhe, um giz na mão, o livro na escada, o gelo derretendo, enfim... Tudo foi bem montado pelo "continuísta".
- Os personagens principais, em especial a Liesel Meminger (interpretada por Sophie Nélisse) foram muito bem! Arrebentaram. Mereciam o Oscar. Sério.
- A história, pelo que parece, foi mantida da base do livro. Isso é instigante, pra mim, que ainda não li o livro, para, finalmente ler. 
- Algumas frases marcam o filme, como: "As pessoas acham que estão indo contra seu inimigo, mas estão vindo à mim"; "Enquanto 10 mil alemães se escondiam de um ataque aéreo, um judeu estava na rua para apreciar as estrelas do céu"; "O que nos diferencia dos outros animais são as palavras. A palavra é a essência do ser humano"; "A única coisa que temos é a nossa palavra"; enfim.....

O filme é muito bom, não é um filme dramático, embora tenha uma carga emotiva muito forte, pois traduz relações familiares muito intensas no tempo de Hitler, com a guerra e os problemas financeiros. 
Vale muito assistir. Nem precisa dizer que eu chorei. Ok, parei por aqui.
5 estrelas



Everton Lagares

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Livros: Feita de Fumaça e Ossos (indicação)



Feita de Fumaça e Ossos
Laini Taylor
Tradução: Viviane Diniz
Editora Intrínseca, 2012
Indico a leitura.

  Preciso começar falando que a tradução ficou excelente! E a pegada da escrita aproxima a história de uma jovem cheia de mistérios à nossa realidade. A descrição é impecável e faz com que pensemos que estamos lá, na cena do que parece ser um grande filme. 
   Quando a história está desenrolando na velocidade cinco, já a partir do meio do livro, há sempre uma novidade e algo que me deixou inquieto o tempo todo! O livro envolve amor, ação, inquietação, suspense e muitas guerras. 
  A história que envolve anjos e demônios, muitas vezes em papeis trocados ao convencional, te faz apaixonar por uma filha do demônio, literalmente, e te faz ficar com raiva dos anjos que agem como se não pensassem. O livro é atemporal e me fez viajar! Adorei o livro! E estou esperando para ler a continuação da história, pois não acredito que aquele final épico deixará uma lacuna em branco!Vale muito a leitura!





Everton Lagares
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Livros: O segredo do Oratório (indicação)




O Segredo do Oratório
Luize Valente
Record, 2012
Indico a leitura.

   Depois que eu terminei de ler o livro da Luize eu fui tiete: admito! Pedi para ser amigo dela no FaceBook! E ela aceitou. Isso me fez sentir melhor ainda, pois eu simplesmente adorei o livro e virei fã da jornalista. Desde a escrita ao contexto histórico! 
  O texto narra a trajetória de uma estudante de medicina que namorou um judeu e viu a impossibilidade de se casar com ele, pois ela teria que se converter e, mesmo que isso fosse de sua vontade, isso tiraria direitos plenos do judeu nato. Só que ela não desiste e vai descobrindo, na trama, que sua raiz familiar, na verdade, é toda de "cristãos-novos", ou seja, judeus conversos à força no Brasil, por causa da inquisição. Com informações sobre sua genealogia e indicações de uma pesquisadora brasileira, a médica vai à NY para tentar convencer os juízes do tribunal judaico a aceitarem sua família como judeus natos. Na viagem ela tem novas descobertas, inclusive a ultima peça que faltava em sua genealogia! O final é espetacular! Se não fosse tão completo eu diria que daria o nº 2. 
   Toda essa história é baseada em pesquisas reais. De fato um serviço jornalistico de apuração e investigação. Repito: acho que é o melhor livro nacional que eu já li. Merece o sucesso! 








Everton Lagares
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Fora das Sombras 
Jason Wallace
Editora Bertrand Brasil, 2012 
Indico a leitura.


   "Vencedor do Prêmio Costa Children's Book de 2010" - a capa estampa essa informação e me instigou a ler. Li. Até que gostei da história, mas a tradução é muito distante. A história narra o confronto entre brancos e negros, até aí já conhecemos a história, mas entra a marte da mãe do personagem principal, que se vê na encruzilhada ao ter que escolher as 'cores' dos amigos e aceitar a nova vida do pai, que arrumou emprego e mulher contestáveis, para a época e região.
  A tradução compromete o envolvimento, mas é uma grande história.






Everton Lagares

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Livros: Vagem de Vidro e Paixões


Vagem de Vidro 
Salomão Souza 
Editora Thesaurus, 2013

   Trato esse livro com respeito, muito dele pelo poeta. Durante a entrevista que fiz, ele resumiu o processo criativo em que a mistura é fundamental. "Sem misturas não há criações". Foi com esse pensamento que ele descobriu a capa do seu livro: ao olhar para a tinta descascando de uma parada de ônibus, aqui do DF (por opção ele só anda de ônibus). 
    Como diz o Zé Carlos, o Zé Bocão: é bom entrevistar poetas, pois eles transmitem a verdade que há dentro deles. O livro é um espelho do Salomão que, quase diariamente, escreve nas redes sociais. 




  Aqui, na verdade, abro parênteses para falar do último livro do Zé. Paixões. Aliás, não quero falar do livro. Me prendo a dizer que conviver com o Zé é uma aula e o que ele escreve é um resumo de uma extensa avaliação. 
   A leitura envolve um pedido para o relaxamento. Não se deve ler com pressa nem procurando um motivo para a escrita. Leia, apenas. 



Everton Lagares
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Livros: O melhor do Pior




O Melhor do Pior
Evandro Samto 
Editora Matrix, 2013

     Não achei nada interessante. Li para ter certeza. 
    Essa consideração é em relação ao personagem que, embora seja bem representado, não me acrescenta em nada. É engraçado, mas não conseguiu transpor isso ao papel. É como se o Evandro estivesse falando do personagem, Pior. 
  Só para constar, eu entrevistei o Evandro Santo em uma oportunidade. Foi engraçado. Ele estava correndo para sair, acho que iria gravar. Quando eu liguei ele disse que tinha acabado de tomar banho. A entrevista foi rápida, mas ele deve ter ficado com frio. hahaha O Evandro é gente fina! Mas o personagem nem o livro não convenceram.







Everton Lagares
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Sobre livros e filmes - explicação de novos conteúdos

Sem gostei de ler (embora rejeite textos que me enrolem) e, enfim, decidi falar de alguns livros que eu li ano passado. E será assim daqui pra frente. Pretendo falar sobre livros que estou lendo filmes que ando vendo e coisas que virão na cabeça. Não serão resenhas. Serão comentários compartilhados aqui. 

Bem, como já disse, não sou um crítico especialista. Apenas estou compartilhando algumas leituras. 
Vamos conversando. Espero sugestões de leituras e, caso você leia algum desses livros que eu também gostei, compartilhe seu comentário :) 



Everton Lagares
Identifique seu verdadeiro Senhor, reconheça e obedeça o sacrifício. (SELAH)