Me lembro, de forma real, todas as vezes que alguém citava o nome "Banda Catedral", e alguns ditos iluminados e esclarecidos em ambientes religiosos já decretavam: Eles negaram a fé no programa do Jô.
Passei um bom tempo acreditando nisso e sinto vergonha por não ter ido procurar a história, pelo menos pra ter certeza da fofoca.
Concordo com a atitude deles (sair do mercado gospel que já havia se formado) e sinto por ter processado, na mente, durante uma década, que eles eram apóstatas.
Concordo com a atitude deles (sair do mercado gospel que já havia se formado) e sinto por ter processado, na mente, durante uma década, que eles eram apóstatas.
Vi, numa pesquisa rasa, que eles perderam um integrante (num acidente), vi que foram denegridos por um jornalista de um tal veiculo chamado "Usina do Som" e que foram criticados por admirarem (ou por ter um som parecido do Legião).
Sem contar que eles nunca foram ao Jô.
Sem contar que eles nunca foram ao Jô.
Eles fizeram muito sucesso entre religiosos que se sentiram prejudicados pela expansão da banda. Acho que o nome disso é inveja. Estamos bem atrasados no que diz respeito a musicalidade. Faço minhas as palavras do Pe Fábio ao citar a facilidade de separar música sacra e profana, pois essa relação não está para quem canta, mas sobre o que é cantado!
Já vou recuperar o tempo que não ouvi a música dos caras.
Até porque, aquele que não cometer erros, que lance o primeiro disco.
Até porque, aquele que não cometer erros, que lance o primeiro disco.
Everton Lagares
Identifique seu verdadeiro Senhor, reconheça e obedeça o sacrifício. (SELAH)



