sexta-feira, 29 de abril de 2011

Querem um principe

** Quero deixar claro: "Maridos amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela.” Ef. 5.25


Foi só o Príncipe William pedir a moça "pobre" em casamento que o mundo todo se voltou para o assunto que arrasta a infância: O conto de fadas na vida real.
Kate Middleton não fazia parte da nobreza, ou seja, da família Real, mas não era pobre! Convenhamos, a moça é filha de empresário, estudou na mesma faculdade que o atual marido e frequentava os mesmos lugares que o ricasso.
O fato de ter conseguido casar-se com o futuro Rei, causa uma polêmica em todos os setores mundiais da fofoca. Tem gente reclamando dos gastos do casório: A família Real pagou tudo dos "bolsos" e o evento gerou quase 2bilhões para o país, ou seja, quem reclama não sabe de nada. Tem gente reclamando da exposição ao casamento, achando que foi exagero inglês: A família Real move boa porcentagem do turismo do país, gerando emprego e renda, ou seja, quem fala mal não entende a ideia de existir uma Família Real no século 21. Tem muitas mulheres que desejam incansavelmente encontrar um príncipe querendo aparecer e ter regalias: Kate tem aberto mão de muitas atitudes para conseguir realizar o desejo de se casar com seu amor, ou seja, a princesa deve andar 2 passos atrás do marido em aparições e até mesmo no dia do casamento teve que respeitar momentos do marido, ou seja, ser princesa não é fácil!

Você teria coragem de se submeter de tal forma quando achar seu príncipe? Se submeter às ordens e vontades do seu príncipe? Estar à disposição do tempo do príncipe?



Abaixar a cabeça TODAS as vezes que William bateu continência para seus superiores, foi uma forma de respeitar a autoridade do marido perante à população, pois parar de acenar, parar de demonstrar a felicidade enquanto o príncipe está "trabalhando" é uma mostra de respeito e aceitação do serviço do príncipe e de que mesmo que seja a festa do casal, é o casamento, existem momentos de abdicar de vontades para que entre em cena a autoridade do marido.

Neste caso, não vejo problema de "feminismo", até porque a Kate aceitou a vida que quis e ainda deve ter dito: Meu corpo, minhas regras rsss E talvez ela nem tenha "aceitado", ela talvez quis tudo isso. Cada pessoa com seus desejos, certo?

Everton Lagares
Identifique seu verdadeiro Senhor, reconheça e obedeça o sacrifício. (SELAH)



quinta-feira, 21 de abril de 2011

Parabenizando

Parabéns,
Brasília está comemorando seus 51 aninhos inteirassa!
Literalmente no auge de sua "vida", a Capital Federal pode comemorar o quinquagésimo primeiro aniversário com todos os projetos de Niemeyer prontos, EPTG reestruturada, pontes em pé e Esplanada sendo palco de vários shows simultâneos.
Paralelamente, o Blog Ideias ! Ideais está comemorando seu 1º ano de vida, mas precisa de muitas correções e um aprimoramento especifico para o público. De qualquer maneira, agradeço pela companhia e leitura durante este ano, pois a melhoria só é possível quando há comunicação.
Que venham os anos e, consequentemente, as melhorias, para que seja, enfim, uma forma de expressão diferente e renovadora em Brasília.



Everton Lagares
Identifique seu verdaeiro Senhor, reconheça e obedeça o sacrifício. (SELAH)

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Diploma, pra que?


Eu fico chateado quando me perguntam qual curso eu faço, pois logo depois da resposta eu escuto um:" Ah, mas nem precisa de diploma ?" Mas espere aí, quem é que precisa de diploma?
Para os que não sabem, o excelentíssimo Ministro Senhor Presidente Gilmar Mendes, juntamente com quase todos os outros, votaram para a Não obrigatoriedade do diploma para Jornalistas. O salvador do pensamento jornalístico foi o Excelentíssimo Senhor Marco Aurélio Mello, defendendo a obrigatoriedade do diploma.

De qualquer forma, a discussão sobre o tema se prolonga até hoje, e vai continuar sendo debatida em rodas universitárias e happy hours. O fato é, a piadinha sobre fazer um curso que, tecnicamente, não cobra o diploma é vigente. Todos querem tirar uma casquinha sobre o tema. Mas não tem problema, pois quando nós dizemos que ninguém contrata sem o diploma e que concursos continuam pedindo o diploma, as pessoas param de rir e começam a ver que não é nada de mais.
Todos os que não são leigos entendem que o resumo dessa não obrigatoriedade é de que jornais do interior sem renda para manter um jornalista, podem manter o serviço com mão de obra desqualificada e com baixo valor no mercado. E para os casos de TV, a única forma de contratação sem diploma é abrindo as pernas para te "colocarem para dentro" da emissora. 

Sem dúvida, é um desprezo à categoria que estuda, mas eu não ligo, pois o diploma serve para que?
Quem foi que disse que diploma dignifica alguém? Só pode ser o Governo instaurando bolsas de estudo e permitindo a abertura de inúmeras Instituições de Ensino sem qualidade física e moral para que os números joguem a favor dos políticos, e assim, haja prolongação no poder com base no abuso de um falso intelectualismo.

Ter um curso de graduação não significa nada, bem como ter um curso que não oferece um diploma reconhecido.
O profissional não tem a qualidade medida pelo diploma, e sim pela capacidade de resolver problemas. É por isso que existem pessoas graduadas pelas UCBs e UNBs da vida que estão desempregados, e por sua vez, existem pessoas que mal tem o Ensino Médio que conseguem empregos fáceis para se manter.
Por isso eu pergunto: Diploma para que?
Por isso eu respondo: Para servir de memorial de uma atitude diária de ser melhor que a média brasileira que fica estagnada no Ensino Médio (para baixo), sem coragem de dar a cara à tapa para mostrar que o tempo de universitário serviu para aprendizado, e não para aquisição de um diploma.

A inutilidade de um diploma se mostra no seu fim: Uma moldura e um prego para o segurar na parede.



Everton Lagares
Identifique seu verdadeiro Senhor, reconheça e obedeça o sacrifício. (SELAH)